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Júri de grupo acusado de matar motorista de aplicativo no AC é remarcado para novembro




Julgamento deve ocorrer no próximo dia 18 na 1ª Vara do Tribunal do Júri. Julgamento que ocorreria em dezembro do ano passado foi adiado por falta de testemunhas. Motorista foi achado morto em estrada de Rio Branco em abril de 2018 Arquivo pessoal Após quase um ano desde que foi adiado por duas vezes, o júri dos quatro suspeitos de matar e queimar o corpo do motorista da Uber Arthur da Silva Melo, de 26 anos, tem uma nova data. Conforme a Justiça, o julgamento foi remarcado para o próximo dia 18 na 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco. A vítima foi encontrada carbonizada dentro do carro na Estrada do Quixadá, em Rio Branco, em abril de 2018. O julgamento tinha sido marcado inicialmente para ocorrer no dia 1º dezembro do ano passado, mas foi adiado por ausência de testemunhas. Depois, foi remarcado para o dia 21 daquele mês e voltou a ser adiado porque o delegado que seria ouvido como testemunha não compareceu. Entre os réus estão Sávio Jó Lima, Sidney da Silva, Iara Soares Mendes e Kennedy dos Santos. Conforme a Justiça, além dos quatro réus, três testemunhas devem ser ouvidas no júri, que está marcado para começar às 8h30. Segundo a Justiça, os quatro estão soltos. Denúncia Sávio Lima chegou a ser considerado foragido, mas acabou preso no início de maio de 2019 quando tentava sair de Rio Branco com droga. Segundo as investigações, Lima contou com a ajuda do irmão, Sidney Silva, e da namorada, Iara Mendes, na execução do crime. Além deles, Kennedy dos Santos é quem dirigia o carro. Sidney da Silva, Sávio Lima e Iara devem ser julgados pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Já o réu Kennedy dos Santos foi pronunciado por ocultação de cadáver. Arthur Melo levou um tiro na cabeça antes de ser queimado dentro do carro. Na época, o delegado responsável pelo caso, Cristiano Bastos, falou que a vítima foi queimada ainda quando estava viva. A Uber chegou a enviar ao g1 uma nota na época do crime lamentando a morte do motorista. Atuava como motorista parceiro, mas, pelas informações obtidas, não estava usando a plataforma no momento do crime. Portanto, o crime não tem qualquer relação com sua atividade pelo aplicativo, resumiu. Sávio Lima preso em maio de 2019 quando tentava sair de Rio Branco com droga Divulgação PC/AC Crime O crime ocorreu dentro da residência do motorista de aplicativo de transporte, segundo o delegado responsável pelo caso. Ainda conforme Cristiano Bastos, delegado responsável pelas investigações, Sávio Lima acreditava que o motorista levava informações para uma organização criminosa rival da qual ele pertence e, por isso, ele decidiu executar a vítima e efetuou um disparo na nuca. Ao chegar na estrada do Quixadá, os suspeitos atearam fogo no veículo e mataram a vítima carbonizada. Isso porque, de acordo com o delegado, nesse momento ela ainda respirava. Uma moradora da Estrada do Quixadá, em Rio Branco, acionou a polícia após encontrar o carro queimado. Vídeos: g1 em 1 Minuto

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