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Covid-19: veja o boletim de 3/11/2021 divulgado pela Prefeitura de Divinópolis; dados acumulados do feriado de Finados contam com uma morte




Veja também sobre a taxa de contágio, perfil das mortes causadas pela doença e avanço dos casos positivos. Estrutura do coronavírus tem formato de coroa, conforme imagem de arquivo Radoslav Zilinsky/Getty Images/Arquivo Divinópolis teve uma morte por Covid-19 registrada no último dia 31 de outubro, segundo o boletim diário de casos da doença, divulgado pela Prefeitura nesta quarta-feira (3). Na divulgação, a somatória total de casos confirmados de coronavírus é de 21.648 desde o início da pandemia. No informe anterior eram 21.638 casos positivos. O número de pacientes internados na rede hospitalar do município está em 25, no boletim anterior eram 29 pessoas hospitalizadas. Dados do Boletim Diário Nesta quarta-feira, 10 pessoas estão internadas nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), entre os 71 leitos disponíveis na cidade, o que equivale a 14,08% de ocupação. No setor de enfermaria, a taxa é de 13,51%, com 15 leitos ocupados entre os 111 totais de Divinópolis. Em relação às Unidades de Terapia Intensiva (UTI), apenas o Hospital Santa Mônica, com um paciente; e o Complexo São João de Deus (cinco pacientes na área atendida pelo SUS e um na área suplementar) contém pessoas internadas com sintomas de Covid-19. Na enfermaria, o Complexo de Saúde São João de Deus registrou 10 pacientes na área atendida pelo SUS (50% da ocupação total) e dois pacientes na área suplementar (7,14% do total). Ocupação de leitos Mortes causadas pela Covid-19 Perfil das vítimas mortas pela Covid-19 Casos confirmados da Covid-19 Taxa de contágio Casos descartados da Covid-19 Pacientes recuperados da Covid-19 Dados de ocupação de leitos em Divinópolis Prefeitura de Divinópolis/Divulgação Importância da vacina Nenhuma vacina oferece proteção de 100% contra doenças, mas todas reduzem o risco de infecção, hospitalização e morte, principalmente depois da segunda dose. É importante lembrar que vacinas funcionam, mas não são infalíveis. Ainda assim, apesar de a probabilidade de infecção após a vacina ser pequena, quanto mais a doença estiver circulando, maior é o risco de o imunizante falhar. Por isso a necessidade de vacinar o maior número de pessoas possíveis o quanto antes. VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

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