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Cooperativa de reciclagem é investigada por possível receptação de objetos furtados em cemitérios do Sul de MG





Polícia Civil apreendeu R$ 50 mil no estabelecimento localizado em Varginha (MG). Furtos ocorreram em cidades como Poço Fundo, Paraguaçu, Campestre e Muzambinho. Cooperativa de reciclagem de Varginha é investigada por possível crime de receptação A Polícia Civil concluiu parte do inquérito da operação sepulcro, feita para recuperar objetos furtados em cemitérios do Sul de Minas. O cartão de uma cooperativa de reciclagem de Varginha (MG) teria sido encontrado no bolso de um suspeito pelo crime, que foi preso em Elói Mendes (MG). A polícia investiga o possível envolvimento do estabelecimento. Em outubro, a Polícia Civil apreendeu em Varginha cerca de R$ 50 mil e objetos que teriam sido furtados de cemitérios da região. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em uma cooperativa e um galpão localizados dentro do Lixão de Varginha. Segundo o delegado regional de Alfenas, Marcio Bijalon, o dinheiro estava dentro de uma pochete, que estava com o gerente da cooperativa, o vereador Marquinho da Cooperativa (Republicanos), de Varginha. Para a polícia, o parlamentar trabalha na gestão da cooperativa. “A gente não pode afirmar que os gestores têm conhecimento ou não dos objetos furtados que foram encontrados lá. Então estão sendo investigados por receptação qualificada para apurar toda a dinâmica da entrega de objetos e a possível lavagem de dinheiro”, afirmou o delegado. Polícia Civil recupera objetos furtados de cemitérios da região e apreende R$ 50 mil em Varginha Polícia Civil Também em outubro, um homem foi preso em Elói Mendes. Conforme a polícia, os furtos ocorreram em cemitérios de toda a região, como Poço Fundo, Paraguaçu, Campestre e Muzambinho, onde foram furtados objetos e estátuas de metal e outros de valor agregado que adornavam túmulos. O vereador é citado no inquérito como testemunha. Segundo o delegado, o caso pode ser desmembrado e o parlamentar pode ser investigado por receptação qualificada e lavagem de dinheiro. “Como é uma operação complexa, no primeiro momento ele está como testemunha porque foram feitas busca e apreensão no estabelecimento que ele administra. O inquérito foi encerrado e indiciou o suspeito por furto qualificado. Ele continua preso preventivamente. Foi solicitado à Justiça de Poço Fundo que analise os autos e, se for o caso, desmembre e encaminhe para a Justiça de Varginha para continuar as investigações referentes à receptação qualificada e lavagem de dinheiro. Se a Justiça entender isso, ele pode vir a ser investigado”, falou o delegado. Polícia Civil recupera objetos furtados de cemitérios da região e apreende R$ 50 mil em Varginha Polícia Civil O que diz o vereador Marquinho da Cooperativa (Republicanos) é o vereador citado no inquérito como testemunha. Em entrevista à EPTV, afiliada Rede Globo, o parlamentar conta que a Polícia Civil esteve no estabelecimento. Segundo ele, os policiais estiveram no local devido a um cartão da cooperativa ter sido encontrado com o suspeito preso pelo crime. “Conversando com a Polícia Civil, foi falado que eles viriam até a cooperativa porque prenderam um suspeito em Elói Mendes e acharam um cartão da cooperativa com esse suspeito. Então, eles vincularam que esse suspeito tinha vendido alguma coisa para a cooperativa. Eles vieram até o local procurando algumas imagens de bronze de cemitério, mas nada foi encontrado. Encontraram aqui dois vasos e duas argolas que é material destinado no lixo, porque no lixo a gente acha várias coisas. Já encontramos até feto aqui, já encontramos armas de fogo, que foram entregues à Polícia Civil. As coisas que eles levaram, são coisas que se acha no lixo mesmo. Não era material de furto e nem material que eles estavam procurando. Eles levaram, mas não era de procedência ilícita, no caso das imagens, porque eles estavam procurando imagens”, contou. O vereador comentou também sobre os R$ 50 mil apreendidos na cooperativa. De acordo com ele, o valor é fruto de vendas de reciclados feitos para Elói Mendes semanalmente. “Levaram nosso dinheiro, no caso R$ 50 mil, que como na hora não teve como provar porque a procedência estava no celular, onde a gente vende para Elói Mendes algumas reciclagens, então, na sexta-feira, esse dinheiro é depositado, fazem a transferência para a gente. O delegado não deu a oportunidade de a gente abrir o celular para mostrar o relatório para mostrar o material que é vendido e a transferência, que ele faz toda semana na Banco do Brasil. Os comprovantes de transferência vão ser enviados ao juiz, as notas, provando que o dinheiro não sujo, mas que é um dinheiro limpo, nosso, trabalhado, para o juiz devolver”, disse. Com relação ao suspeito preso e que estaria com um cartão da cooperativa no bolso, o vereador garante que não possui “relação nenhuma” com ele e que “pelo nome nem conhece”. Furtos em cemitérios No final de outubro, a Polícia Civil apreendeu cerca de R$ 50 mil e objetos que teriam sido furtados de cemitérios da região durante uma operação em Varginha. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em uma cooperativa e um galpão localizados dentro do Lixão de Varginha. Dias antes da operação, um homem suspeito já havia sido preso em Elói Mendes. Conforme a polícia, os furtos ocorreram em cemitérios de cidades como Poço Fundo, Paraguaçu, Campestre e Muzambinho, onde foram furtados objetos e estátuas de metal e outros de valor agregado que adornavam túmulos. Apenas em Muzambinho, 47 peças furtadas do cemitério. Do total de peças furtadas, 20 eram de bronze. De acordo com a direção do cemitério, os furtos ocorreram nas madrugadas dos dias 19 e 20 outubro. 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Assessoria de Imprensa: 

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