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PSD. Distrital de Lisboa vai a votos no sábado com dois candidatos



O presidente da mesa da Assembleia Distrital de Lisboa, o deputado e líder da concelhia da Amadora Carlos Silva, disse hoje à Lusa que foram entregues duas listas à distrital, a A, encabeçada por Ângelo Pereira, que já tinha anunciado no início de outubro a sua recandidatura, e a X, de Jorge Humberto, que formalizou o processo na quarta-feira.

Caso não sejam encontradas irregularidades nas listas, haverá dois candidatos à eleição que decorre no sábado entre as 15:00 e as 22:00, no mesmo dia do Conselho Nacional do PSD, marcado para Aveiro às 15:30.

Ângelo Pereira foi eleito pela primeira vez presidente da distrital de Lisboa do PSD em novembro de 2019 com 82% dos votos, derrotando a vereadora em regime de substituição da Câmara Municipal de Lisboa Sofia Vala Rocha, com 18%.

No último mandato autárquico, Ângelo Pereira, que tinha sido candidato pelo PSD à Câmara de Oeiras contra Isaltino Morais, exerceu as funções de vereador no executivo municipal. A nível nacional, nas últimas eleições diretas para a liderança do PSD em 2020, Ângelo Pereira apoiou Miguel Pinto Luz, que ficou em terceiro lugar, e, na segunda volta, o antigo líder parlamentar Luís Montenegro, que seria derrotado pelo atual presidente, Rui Rio.

Jorge Humberto, que apoiou nas últimas diretas o atual presidente Rui Rio, demitiu-se em maio da vice-presidência da concelhia da Amadora, depois de o partido ter anunciado Suzana Garcia como candidata à presidência desta Câmara.

Em declarações à Visão, defendeu então que o PSD não deveria ir atrás do discurso populista e na simplicidade da linguagem acicatar ódios e sectarismos sociais como forma de posicionamento e conquista eleitoral/política.

O PS continua a ser o partido com mais câmaras no distrito de Lisboa e elegeu 10 dos 16 presidentes, mas perdeu a capital para a coligação de direita encabeçada pelo social-democrata Carlos Moedas.

Os socialistas mantiveram a liderança em nove municípios do distrito - Alenquer, Amadora, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Sintra, Torres Vedras, Vila Franca de Xira, Lourinhã e Odivelas - e compensaram a perda de Lisboa com a conquista de Loures.

Já o PSD elegeu quatro presidentes de câmara no distrito de Lisboa, dois deles em coligações com outros partidos.

Foi este o caso de Lisboa, onde Carlos Moedas foi eleito numa coligação que juntou PSD, CDS-PP, Aliança, MPT e PPM, e de Carlos Carreiras (PSD/CDS-PP), que conquistou o seu terceiro mandato em Cascais.

As outras duas câmaras em que o PSD ganhou foram Cadaval e Mafra, concelhos que já governava.

Em Cascais, Cadaval e Mafra estas vitórias foram com maioria absoluta nos executivos municipais, mas em Lisboa a candidatura de Carlos Moedas obteve sete mandatos, o mesmo número do que o PS, que recandidatou Fernando Medina.

Ao longo da sua história, a distrital de Lisboa teve como presidentes, por exemplo, Marcelo Rebelo de Sousa, que foi o primeiro (1975-1977), António Pinto Leite, José Pacheco Pereira e Duarte Lima. Pedro Pinto, deputado e ex-líder da JSD, foi o antecessor de Ângelo Pereira.

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