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Melgaço. Nova fábrica esgota ª fase de zona industrial em construção



 

Segundo o presidente da Câmara de Melgaço, que se congratulou hoje com o sucesso da procura de terrenos na nova zona industrial de Alvaredo, a empreitada da primeira fase ainda vai a meio e os cinco hectares estão esgotados.

Um dos terrenos, com uma área de dois hectares, destina-se a uma empresa nacional que vai investir 15 milhões de euros na construção de uma fábrica de 1,6 hectares de implantação. Esta fábrica ocupa quase 50% da área total da primeira fase da zona industrial, afirmou à Lusa o socialista Manoel Batista, não adiantando, contudo, qual a empresa em causa e os postos de trabalho que criará.

O autarca adiantou que há outras três empresas, locais, que já reservaram terrenos.

A primeira fase da zona industrial, orçada em 2,7 milhões de euros, financiada pelo programa Norte 2020, tem uma área total de oito hectares, sendo que apenas cinco são destinados à instalação de unidades industriais.

O trabalho de terraplanagem está concluído. A intervenção de infraestruturação vai avançar agora. A primeira fase estará concluída no final de julho de 2023, disse Manoel Batista.

O autarca de Melgaço, que é também presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, revelou que, face à procura elevada de terrenos por parte de investidores, iniciou o processo de Declaração de Utilidade Pública (DUP) para a segunda e terceira fases da zona industrial de Alvaredo.

As três fases da nova infraestrutura representam um global de mais de 6,5 milhões de euros, cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Felizmente a procura tem sido elevada e precisamos de ter mais terrenos preparados e disponíveis para acolher mais empresas, reforçou Manoel Batista.

A segunda e terceira fases abrangem um total de 16 hectares, 10 destinados à instalação de novas fábricas.

A Declaração de Utilidade Pública é um processo trabalhoso, mas que quero ver concluído em abril de 2023, para ser submetido à apreciação da Assembleia Municipal que se realizará nesse mês, informou.

Atualmente, o concelho de Melgaço dispõe de um polo industrial, na freguesia de Penso.

Manoel Batista destacou ainda o arranque, na próxima semana, da requalificação, orçada em 2,3 milhões de euros, da piscina municipal, que estará concluída no final de julho de 2023.

O equipamento, vai ser alvo da primeira grande intervenção desde a abertura, em 1994.

É uma intervenção urgentíssima porque temos a piscina parada há um ano e meio. Por um lado, por causa da pandemia de covid-19 e, por outro, pelas péssimas condições em que se encontrava, explicou Manoel Batista.

O autarca adiantou que a piscina era muito procurada por jovens, muitos alunos das escolas do concelho, por idosos, pela população dos municípios vizinhos da Galiza e era importantíssima para a componente letiva da Escola Superior de Desporto e Lazer (ESDL)do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC).

Manoel Batista disse ainda ter sido lançada a concurso público, por um valor base próximo dos 1,8 milhões de euros, a empreitada de requalificação e ampliação da antiga escola primária da vila de Melgaço.

O antigo estabelecimento de ensino encerrou após a entrada em funcionamento do centro escolar de Melgaço.

É um bonito edifício, importante no concelho, que queremos requalificar para acolher serviços municipais. O projeto prevê a sua ampliação, quase triplicando a dimensão do atual edifício, através da construção de uma estrutura de arquitetura contemporânea. Nessa zona, será instalado o arquivo municipal e um centro documental para o espólio que o francês Jean Loup Passek, escritor e crítico de cinema, doou ao município, especificou.

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