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Democratas dos EUA querem aprovar a agenda de Biden até final da semana



 

Pelosi acredita que consegue levar a votos a agenda social ainda esta noite e o projeto de investimento em infraestruturas na sexta-feira, mas um congressista sénior democrata já disse que este plano pode sofrer alterações.

A líder democrata não confirmou este cronograma, durante a sua conferência de imprensa semanal, limitando-se a fazer uma declaração vaga, mas não desmentiu as informações que dão nota dos seus planos no Congresso.

Vamos aprovar as duas leis. Mas, para isso, precisamos de ter os votos necessários para ambas. É aqui que estamos, disse a líder democrata.

Pelosi tem pressionado as alas progressistas e moderadas do seu partido para aprovar a agenda de Biden o mais depressa possível, especialmente após a derrota sofrida pelos democratas nas eleições de terça-feira, com desaires mais pesados do que era esperado, perdendo mesmo o lugar de governador da Virgínia.

Os democratas possuem uma maioria ligeira na câmara baixa do Congresso, pelo que não podem permitir divergências internas, que facilmente os fazem perder eleições contra os republicanos, que se revelam muito mais disciplinados.

O projeto de lei que pode ser submetido a votação esta noite contém as grandes propostas sociais de Biden, como o aumento de gastos com a saúde, construção de creches e medidas para combater as mudanças climáticas, entre outras matérias.

Inicialmente, os democratas também incluíram uma proposta de licença de maternidade, mas tiveram de retirá-la, sob pressão da ala moderada do partido.

Pelosi, no entanto, decidiu na quarta-feira voltar a incluir a proposta - que é de vital importância para o setor mais progressista - no pacote legislativo, cujo custo está estimado em 1,75 biliões de dólares (cerca de 1,5 biliões de euros), o que significa uma redução substancial, em relação à proposta inicial, de 3,5 biliões de dólares (cerca de três biliões de euros).

Se a Câmara de Representantes aprovar esta proposta, ela será encaminhada para o Senado, onde os democratas terão de voltar a estar unidos, para a conseguir passar.

O líder da maioria democrata no Senado, Chuck Schumer, expressou hoje o seu desejo de que este plano seja aprovado pela câmara alta antes do dia de Ação de Graças, que este ano é celebrado em 25 de novembro.

A outra iniciativa que Pelosi quer colocar levar a votação é o pacote de investimento em infraestruturas, avaliado em 1,2 biliões de dólares (cerca de um bilião de euros), que foi aprovada em agosto no Senado, com o apoio dos dois partidos.

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